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Notícias Data Comemorativa

Dia do Cachorro-Quente

Praticidade e sabor de uma paixão nacional

09/09/2021 08h32
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Por: Stéffany Santos
Fonte da Imagem: Crello
Fonte da Imagem: Crello

A prova de que ideias simples podem ter resultados fantásticos. 

Neste 9 de setembro é celebrado o Dia do Cachorro-Quente. Aí lhe pergunto, será que quem o inventou podia imaginar o sucesso do seu prato perpetuado por tantos anos? Provavelmente não. Mas é isso, desde sua suposta criação, em 1880, o cachorro-quente é sucesso por onde passa. 

Além de ser saboroso, cachorro-quente angariou fama por sua praticidade. 

Variedades de preparo

Nos Estados Unidos, o preparo típico do cachorro-quente é colocando a salsicha com o molho agridoce, picles à base de pepino, mostarda e ketchup. Também são muito utilizados o chucrute (repolho azedo) e o chili, espécie de massa de feijão com carne moída picante. No Brasil, a forma de se fazer o cachorro-quente depende da região do país.

No estado de São Paulo, o preparo do prato utiliza purê de batata, enquanto que, no Rio de Janeiro, usa-se ovo de codorna. Já em Minas Gerais e Goiás, é servido com milho verde e batata palha e na Paraíba, é feito com carne moída e/ou frango desfiado, com carne moída e verdura picada por cima da salsicha. Em Pernambuco, o recheio do pão de cachorro-quente é uma mistura à base de carne moída e salsicha, ou apenas uma delas. Em Santa Catarina, especialmente durante a realização da Oktoberfest, na cidade de Blumenau, além dos ingredientes tradicionais, acrescenta-se o chucrute (conserva de repolho fermentado típico da culinária germânica).

Em geral, acompanha-se o cachorro-quente com maionese, ketchup, mostarda, molhos à base de tomate (quente ou frio), pimentão e cebola ou ainda outros ingredientes como batata palha, salpicão, maionese caseira, maionese temperada, tomate, beterraba, pepino, ervilha, milho, purê de batata, toucinho, requeijão, farofa, entre outros.

Impactos na saúde

Como você provavelmente já sabe, o principal ingrediente do cachorro-quente, a salsicha, é um alimento hiper processado e que possui muita química em sua composição. Por isso, o consumo frequente de cachorro-quente é recriminado por médicos, até mesmo pelo baixo teor de nutrientes. 

Certamente, consumir um cachorro-quente de vez em quando não irá prejudicar a saúde de quem o come. No entanto, um estudo recente garante que o consumo diário desse alimento aumenta o risco de câncer em 21%. Chega ao ponto de ser comparado com o risco do tabaco.

Já em um estudo publicado em agosto na revista “Nature Food”, os pesquisadores concluíram que comer um único cachorro-quente pode tirar 36 minutos de sua vida. Foram examinados 5.853 alimentos da dieta norte-americana e mediram seus efeitos em minutos de vida saudável ganhos ou perdidos.

“Por exemplo, 0,45 minutos são perdidos por grama de carne processada, ou 0,1 minutos são ganhos por grama de fruta. Em seguida, analisamos a composição de cada alimento e depois multiplicamos este número pelos perfis alimentares correspondentes que desenvolvemos anteriormente”, disse Olivier Jolliet, professor de ciências naturais na universidade e autor sênior do artigo.

As 61 gramas de carne processada presentes em um cachorro-quente resultaram na perda de 27 minutos de vida, disse Jolliet. Mas quando ingredientes como sódio e ácidos graxos trans foram levados em consideração, o valor final foi de 36 minutos perdidos.

 

Mas, como vimos que, no Brasil, o cachorro-quente é super eclético, podemos optar por outras composições, como frango, ou carne, para não deixar essa data passar em branco.

*Com informações Wikipédia e CNN

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