Segunda, 25 de Outubro de 2021 22:59
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Meio Ambiente ESG

Não perca tempo! Está na hora de alinhar seu negócio com a responsabilidade ambiental

Pesquisas feitas por diferentes empresas comprovam a eficiência das práticas ecológicas no ambiente corporativo, mas alertam para as estratégias fraudulentas que visam o lucro e não a sustentabilidade.

04/10/2021 08h30
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Por: Vítor Tobias
Créditos: Inovação/Sebrae/Minas
Créditos: Inovação/Sebrae/Minas

Uma indústria sustentável, além de ser ambientalmente correta, é também um ponto positivo para a competitividade da instituição. Esse segundo benefício é comprovado pela pesquisa realizada pela Union + Webster que aponta que 87% da população brasileira prefere comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis. 70% dos entrevistados também afirmaram que não se importam em pagar um pouco mais por isso.

Segundo Augusto Machado, pesquisador no Observatório do Sistema Fiep, a sustentabilidade no meio industrial busca maximizar o desenvolvimento econômico e bem-estar humano, enquanto minimiza impactos negativos sobre meio ambiente e a sociedade. “Os gestores industriais têm percebido que, para seus negócios perdurarem, é fundamental gerenciar os recursos de toda a sua cadeia produtiva, além de atuar de maneira transparente e responsável, gerando maior competitividade e diferenciação no mercado”, comenta.

A sustentabilidade não deve mais ser exageradamente simplificada aos conceitos de reduzir, reutilizar e reciclar.

Marcas de sucesso devem ir além e abordar um equilíbrio entre o #ambiental e o social. De nada vai adiantar estampar um selo de proteção ecológica em produtos e de um outro lado abusar de mão de obra análoga à escrava, ou ainda agir com preconceito racial em um ponto de venda.

De acordo com as pesquisas da Infobase e Linterativa realizada em 2020, as principais conclusões foram:

  • 66% querem que as marcas tomem posições sociais e políticas.

  • 59% dos brasileiros entrevistados acreditam que as marcas têm ideias melhores do que os governos para a resolução de questões sociais.

  • 62% pensam que é mais fácil estimular a ação das marcas do que fazer os governos tomarem uma iniciativa.

  • No entanto… 29% dos consumidores veem o posicionamento das empresas como oportunismo.

Não foi a pandemia que fez nascer em nós a consciência de comunidade, de ver o outro e o planeta. Essa percepção já existia, pelo menos em parte. Mas nos deu um pouco mais de tempo para perceber isso e as marcas, principalmente no início da pandemia correram às pressas para mudar seus discursos de venda para uma comunicação mais humanizada, voltada para a comunidade: fizeram publicidade utilitária para orientar as pessoas sobre questões higiênicas, algumas fizeram doações, dentre outras ações que de forma genuína, foram apenas um reflexo da identidade dessas marcas.

São empresas que objetivam o lucro, mas também veem além dos seus muros e entendem que fazem parte de uma comunidade.

Segundo pesquisa realizada pela Edelman Brand Relationship: 22% dos brasileiros pagam até 25% a mais por um produto ou serviço se elas se posicionam a favor do que concordam; 53% recomendam e defendem a marca, além de criticar seus concorrentes, e 56% são leais, comprando a marca exclusivamente e frequentemente.

*Com informações do portal IBN.

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